Metrópole Serviço entrevista superintendente da Bahia Home Care
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Metrópole Serviço entrevista superintendente da Bahia Home Care

A atenção domiciliar e o cuidado com o idoso foram os temas da entrevista que o superintendente técnico da Bahia Home Care, Dr. José Luiz Landeiro, concedeu no dia 12 de junho ao programa Metrópole Serviço, veiculado na Rádio Metrópole

Na ocasião, o especialista foi entrevistado pela jornalista Dina Rachid. Landeiro aproveitou a audiência do programa para antecipar alguns dos principais destaques do Congresso Nacional de Saúde e Atenção Domiciliar (Consad 2016), que foi realizado cerca de um mês depois na Arena Fonte Nova – evento inédito em Salvador, em que a Bahia Home Care teve papel de destaque.

Confira alguns dos principais trechos da entrevista:

Dina Rachid: Este é um assunto que, muitas vezes, preocupa as famílias. O tratamento domiciliar exige uma equipe? O que é mais confortável para o idoso? Como é que funciona essa atenção?

José Luiz Landeiro: A atenção domiciliar foi conhecida inicialmente pelo nome de home care – um nome inglês, que traduzido ao pé da letra significa “cuidado em casa”, que envolve tanto programas de internação domiciliar para aquele idoso geralmente com quadro mais grave, e que precisa de técnico de enfermagem 24h, uma assistência similar a de um hospital em sua casa, como também pacientes de assistência domiciliar que precisam de cuidados na própria residência, como fisioterapia, fonoaudiologia, uma visita médica e algum equipamento hospitalar. Esses serviços são oferecidos conforme a necessidade deles.

Dina Rachid: É mais fácil cuidar em casa? Por mais que o idoso não consiga interagir muito por conta do estado [de saúde], estar em casa, na minha opinião, é mais tranquilo. Só que para muitos familiares é mais complicado. O que o senhor acha a respeito disso?

José Luiz Landeiro: Perfeito. Isso depende muito da indicação de onde o paciente deve ser tratado. Alguns pacientes podem ficar apenas com o acompanhamento ambulatorial e acompanhamento em consultórios, além da ajuda de familiares. Outros, com quadro mais grave, podem precisar de hospitalização, então o hospital é necessário para alguns idosos. Mas determinados cuidados podem ser feitos em casa, desde que haja um quadro estável. Daí o ambiente familiar para esse paciente, onde ele está dentro do próprio quarto, com os entes queridos, com certeza é mais satisfatório, confortável e humanizado.

Dina Rachid: Menos frio, né, em todos os sentidos.

José Luiz Landeiro: Exato.

Dina Rachid: Os médicos vão até as casas das pessoas e fazem as consultas?

José Luiz Landeiro: Em geral, no programa dos pacientes, alguns constam o acompanhamento médico em casa, enquanto outros continuam com acompanhamento médico em consultório e alguns serviços em casa, como fisioterapia. Quando o paciente começa com o atendimento domiciliar, o pedido é feito por um médico, que por sua vez diz o que deve ser provido em domicílio. Em geral, esse pedido é enviado a um plano de saúde, que quando autorizado faz com que o paciente passe a ter em casa os recursos que o médico pediu, desde acompanhamentos mais simples (como fisioterapia e fonoaudiologia), como também mais complexos (ventilação mecânica, respiração por aparelhos), que contam com técnico de enfermagem 24h, aparelhos com oxigênio, toda uma equipe multidisciplinar de saúde com fisioterapeutas, fonoaudiólogos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos. Então, esse acompanhamento médico fica condicionado ao quadro clínico do paciente.

Ouça a entrevista na íntegra:



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